MANOBRAS DA LIDERANÇA

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Em uma pesquisa realizada no último mês de agosto, pela revista “Você RH”, foram entrevistados 7.000 profissionais, em seis regiões. Nessa pesquisa, foi analisado o que de melhor os gestores estão fazendo para preparar seus funcionários. Mesmo diante da crise econômica e redução de orçamento que as empresas estão sendo obrigadas a realizar, as áreas de treinamento continuam investindo seus recursos na tentativa de formar líderes, já que uma boa liderança é sinônimo de preparo e versatilidade para todos os tipos de situações, refletindo diretamente nos resultados.

A mesma pesquisa também apontou que um bom líder precisa dedicar 36% do seu tempo para o desenvolvimento da equipe, com perspectiva de aumentar a produtividade em 26%. Outro fator importante é possuir um perfil integrador (que dê feedback, conecte o funcionário com outras pessoas para aumentar o aprendizado e crie condições para que isto aconteça).

Porém, também foi observado que 35% do tempo dos líderes são dedicados a reuniões. Com a necessidade de responder uma média de 122 e-mails por dia, 45% mostram pouca confiança em desenvolver as habilidades que seu time precisa.

Analisando os dados vejo que atualmente um bom líder precisa fazer muitos malabarismos e recorrer a várias estratégias para atender todas as expectativas que uma empresa requer.

Existe crescentes obrigações relacionadas à liderança e a constante falta de tempo como desafios que precisam ser administrados. “Em nossos encontros semanais, meus clientes de mentoria sempre trazem muitas histórias que ilustram bem esse cenário. A falta de tempo é sempre uma queixa recorrente. Com isso, o processo de mentoring traz grande contribuição, abrindo um espaço para compartilhamento das principais situações e juntos, cliente e mentor, possam pensar em como lidar com todos os aspectos simultaneamente, sem deixar nenhum dos “pratos” caírem, ou, mesmo quando isto acontecer, o líder consiga estabelecer uma conexão forte com seu time, ao ponto de ter a certeza que sua equipe o compreende e o respeita”, declara.

Vale sempre lembrar que o relacionamento entre líder e liderado mal estruturado e sem comunicação não traz resultados. Para que a equipe ganhe autonomia, o líder precisa ser motivador, oferecendo abertura para uma maior participação de todos. “Como já tive valiosas experiências no papel de líder, hoje fico muito feliz por poder ajudar outros líderes ou mesmo aqueles que querem ampliar o seu potencial para viver esta jornada. É uma satisfação enorme, seja através do coaching ou da mentoria, olhar situações complexas e propor novas alternativas para desenvolver estes profissionais. E para mim fica claro que muitas vezes os esforços das empresas não são suficientes, nem mesmo todos os treinamentos, pois o exercício da liderança é diário e a grande realização está na construção da nossa marca, do nosso legado e na contribuição para o desenvolvimento de todos os profissionais que trabalham conosco.

Temos que tomar a direção do nosso papel, pois existe um peso em muitos casos solitário nesta jornada. Mas, aquele que consegue olhar a sua gestão de forma compartilhada, de forma estratégica, consegue vislumbrar redes de apoio dentro e fora da organização. Compartilhar é algo enriquecedor, pois além de orientar na “dor” e nas soluções de cada gestor, existe uma troca e um aprendizado que amplia a sua visão e conhecimento. Acredito que esse caminho fortalece muito!

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