Excesso de seriedade e responsabilidade não é sinônimo de competência!

with Nenhum comentário

Assistindo o documentário “Tarja Branca”, resolvi escrever esse artigo.

Na verdade me surpreendi positivamente, quando em determinado momento ao tratar do tema Infância, Brincar e Criatividade, escuto a seguinte frase: “A máquina da sociedade organizada do jeito que está precisa que uma fatia considerável das pessoas, talvez metade, tenha que durante 8 horas por dia fazer coisas que não gosta para fazer que o mundo funcione. Então, muitas vezes, por uma questão de sobrevivência, você abre mão da criança interior, desta pessoa livre, espontânea, brincalhona, capaz de improvisar, ver o novo para poder se encaixar na máquina”.

Lembrando das minhas experiências profissionais, consigo perceber o quanto alguns espaços corporativos e seus líderes permitem esse espírito mais solto, criativo, e porque não dizer brincalhão dentro de suas equipes. E sem dúvida, aqueles que sabiam usar esses ingredientes sempre apresentavam resultados melhores .

Então, será que não está na hora de pensar melhor sobre o equilíbrio entre a seriedade necessária e o “riso solto”?

Muitas empresas em destaque preservam uma cultura de maior liberdade, criatividade, descontração e felicidade entre suas paredes corporativas. E você o que tem feito?

  • Você que faz parte ou lidera um time, o quanto tem colocado o humor, a criatividade e a espontaneidade no seu dia-a-dia?
  • O quanto você tem tirado proveito destas capacidades para poder “sair fora da caixa”?
  • O quanto procura dar um tom diferente no seu ambiente?
  • O quanto você contagia as pessoas com as quais você interage diariamente, e muitas vezes, até mais que seus próprios familiares?

Acho que este tipo de liberdade é um remédio sensacional que reverbera positivamente na satisfação e na retenção dos profissionais.

Não precisamos ir muito longe, por que o Gari que dança na rua chama a atenção? Por que o vendedor criativo da praia marca a nossa lembrança? Por que o feirante que faz uma graça é aquele que conquista o nosso sorriso? Por que o funcionário que tem carisma se destaca? Por que o líder que permite um clima mais descontraído ganha sua equipe? Por quê? Porque ele “brinca”! Porque ele se diferencia em meio a tantos outros pela forma que decidiu levar a responsabilidade que tem.

Seja lá por qual motivo for, se dedique alegremente por aquilo que você optou fazer!

Se de alguma forma você não provocar essa leveza em seu cotidiano você já sabe o que vai ganhar? Menos satisfação, menos energia, menos comprometimento e menos fidelidade.

Excesso de seriedade e responsabilidade não é sinônimo de competência!

Então, não sufoque a sua espontaneidade! Não alimente a sua insatisfação pela reclamação constante do lugar onde você está! Pare de tornar o lugar onde está em um martírio diário.

Lembre-se da sua essência, deixe vir aquela espontaneidade, brincadeira, e até certo relaxamento.

Lembre-se que estes elementos despertam em você recursos muitas vezes esquecidos. Recursos que você traz desde sempre, que te acompanham, mas estão sufocados em função da máquina organizada.

Deixe esse lado tão precioso da sua criança vir à tona, tanto em você como nas equipes com as quais você interage.

Ser estratégico não está relacionado apenas ao conhecimento das melhores ferramentas ou conhecimento técnico.

Ser estratégico também está na construção de ambientes que promovam bem-estar, e porque não dizer felicidade, dentro das equipes de trabalho. Lembre todas as facetas que podem ampliar seus resultados de uma forma criativa, espontânea e inovadora!

Gostou? Compartilha com a sua rede!

Quer mandar uma pergunta ou sugestão de tema? CLIQUE AQUI!

Deixe uma resposta