QUAL É O MEU PAPEL? – 5 DICAS DO TRABALHO EM EQUIPE!

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Tempos atrás me deparei com um pedido extraordinário de um cliente. Tratava-se de um “SOS”, pois não estávamos em processo de Coaching já há algum tempo.

Ele me relatou toda situação que estava passando com seu novo gestor, somado a um grande desafio através de um projeto extremamente ousado, não só pela meta, mas em função do envolvimento que precisaria obter através de outras áreas.

Ele relatou várias tentativas de motivação, comprometimento de todos para que tomassem aquele projeto como algo benéfico para seus próprios resultados e consequentemente para o resultado da empresa.

Conhecendo o seu perfil, sei de sua capacidade e extremo comprometimento com seu trabalho, e ali provava mais uma vez a sua vigilância em buscar recursos para obter sucesso naquele desafio.

Depois de relatar toda situação, chegamos ao problema. Apesar das diversas tentativas a equipe envolvida não estava comprometida. Os participantes diziam que aquele projeto não traria resultado algum, mesmo tendo conhecimento dos resultados quantitativos. Tais resultados demostravam os  ganhos gerados pelas primeiras ações de melhoria, porém nada alterava o comprometimento da equipe.

Muito bem, o pedido que ele me fazia naquele momento era: Qual é o meu papel aqui?! Não estou atingido o resultado esperado e não tenho a equipe comprometida. 

Vale lembrar que a equipe que estamos falando era composta por integrantes de outras áreas, já que ele é Gerente de Projetos.

Quero usar este exemplo, esta indagação, para refletir sobre algo tão comum na nossa vida profissional: O Trabalho em Time X Nosso Papel Profissional. 

A solução, às vezes, pode ser simples ou mais complexa, porém faça algumas reflexões:

1) Qual é a sua responsabilidade diante daquela meta? Se não está clara alinhe com seu gestor.

2) Nem sempre você terá a capacidade de resolver problemas relacionados a gestão de pessoas, ou seja, se existe uma resistência da equipe e o que era possível tentar já foi feito, não tenha receio de reportar esta questão para sua gestão.

3) Em qualquer situação sempre se autoquestione – Tenha clareza de que já esgotou seu arsenal de possibilidades antes de “jogar a toalha”.

4) Busque aliados – Pessoas que podem influenciar positivamente e ajudar na busca de uma comunicação mais fluida, através de exemplos claros dos ganhos e melhorias daquele projeto.

5) Não banque o Super-herói – Você não resolverá todos os problemas do dia-a-dia sozinho. Desta forma, compartilhe com pares, gestores ou mesmo eleja um mentor para ajudar nas maiores dificuldades.

Após alguns dias ele me ligou para contar o resultado. A reunião de status do projeto foi intensa na semana seguinte, porém ele apresentou os resultados de uma forma que os gestores envolvidos percebessem as dificuldades e se prontificassem a auxiliar nos gargalos encontrados.

O gestor do meu cliente parabenizou pelo resultado da reunião, por sua atuação e também se prontificou a melhorar seu posicionamento frente aos envolvidos.

Apesar de todo o estresse vivido nos últimos dias ele pode observar sua mudança no posicionamento, e clareza frente ao problema. Sua percepção era que a partir daquele momento o processo estava caminhando para um novo patamar. Além disso, a reflexão sobre sua atuação ajudou, e muito, a conduzir aquele processo de forma diferente, melhorando sua performance de atuação também para situações futuras.

Espero que este exemplo ajude em suas reflexões sobre o trabalho em equipe, e como o Coaching pode melhorar sua performance através do autoconhecimento.

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